Outsourcing de TI
Para empresas com demanda recorrente, pressão por headcount e necessidade de profissionais alocados com gestão e segurança jurídica.
Landing conceitual | Estilo V4 Company
A oportunidade está em empresas médias e grandes que precisam contratar, alocar e gerir profissionais técnicos com velocidade, compliance, SLA e menor risco de ruptura operacional.
ICP por produto
A PSM cresce quando deixa de ser percebida como fornecedora de mão de obra e passa a ser comprada como sistema de redução de risco para TI.
Para empresas com demanda recorrente, pressão por headcount e necessidade de profissionais alocados com gestão e segurança jurídica.
Para RHs e gestores que precisam preencher vagas críticas sem gastar semanas filtrando perfis errados.
Para projetos, picos, substituições, afastamentos e rollouts que exigem continuidade sem ampliar estrutura fixa.
Para operações críticas de service desk, NOC, field service, infraestrutura e suporte 24x7 ou 6x1.
Tamanho do jogo
O universo endereçável existe. A restrição está em timing, dor ativa, maturidade de compra, comitê e capacidade de vender valor além de preço por profissional.
contas-alvo para a primeira lista comercial, filtradas por setor, porte, maturidade de TI, vagas abertas e gatilhos de mudança.
funcionários como corte natural para ABM Enterprise. Empresas menores entram quando são intensivas em tecnologia.
profissionais no time de TI como sinal interno forte para priorização, segundo histórico de execução analisado.
Processo de compra provável
O comprador não acorda procurando outsourcing. Ele reage a vagas críticas, turnover, projeto parado, fornecedor falhando, pressão jurídica ou necessidade de operação 24x7.
Vaga técnica aberta, ruptura operacional, SLA em risco ou projeto travado por falta de gente qualificada.
Perfil, senioridade, jornada, localidade, stack, SLA, modelo de alocação e regras de substituição entram no briefing.
Compras e gestores comparam 3 a 5 opções via indicação, fornecedores homologados, Google, LinkedIn e procurement.
TI, RH, Jurídico, Compras e Segurança avaliam aderência técnica, CLT, LGPD, contrato, DPA, NDA e governança.
Entrega boa começa com 1 a 3 profissionais e pode expandir para squad, operação gerenciada, service desk ou SLA.
Modelo GTM recomendado
O GTM deve operar como venda consultiva B2B: lista nomeada, conversa multistakeholder, prova comercial e expansão por carteira.
Para contas grandes com operação crítica, TI estruturada, exigência de SLA, compliance e contratos recorrentes.
Para empresas com vagas técnicas recorrentes, dificuldade de contratação e urgência de reposição.
Para capturar compradores que já pesquisam terceirização, hunting, CLT, service desk, NOC, SLA ou temporários.
Guia salarial, checklist jurídico, calculadora de custo de vaga aberta, comparativo CLT interno vs PJ vs outsourcing e one-pages por decisor.
Cadência por conta, mapeamento de comitê, gatilhos de abordagem, perguntas sobre turnover, SLA, reposição, orçamento e impacto de vaga crítica.
Validação de perfil, senioridade, jornada, viabilidade, escopo operacional, rituais, indicadores, transição e modelo de substituição.
Plano 30/60/90, revisão mensal de SLA, QBR, NPS do gestor técnico, turnover, tempo de reposição, margem e expansão por conta.
Plano de ativação
A primeira fase não precisa de uma nova pilha inteira de mídia. Precisa de posicionamento, lista, cadência, prova e rotina de aprendizado.
A PSM tende a ganhar quando prova continuidade, compliance, gestão, reposição e previsibilidade. O próximo passo é transformar essa landing em oferta, campanha e playbook comercial.